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quinta-feira, 1 de março de 2012

Comer frutas cítricas pode diminuir risco de derrames em mulheres

laranja300 (Foto: reprodução)

Substância muito comum em laranjas pode ser útil no combate a coágulos.
Estudo no Reino Unido analisou a alimentação de 69.622 pessoas.


Compostos presentes em frutas cítricas podem reduzir o risco de derrames em mulheres, aponta um estudo divulgado em revista da Associação Americana do Coração nesta semana. Conhecidos como flavonoides, são comuns também em vegetais, no vinho tinto e no chocolate amargo.
Os pesquisadores usaram dados colhidos de 69.622 mulheres nos últimos 14 anos noReino Unido, que relataram o que comiam a cada 4 anos. A equipe de pesquisa analisou seis tipos de flavonoides usados regularmente na dieta de norte-americanos e a relação deles com o risco de isquemias e hemorragias cerebrais.
Quando mulheres consumiam grandes quantidades de frutas cítricas, um tipo de flavonoide presente nos alimentos reduzia em até 19% o risco de derrames provocados por coágulos de sangue -- que entopem os vasos sanguíneos do cérebro.
Este tipo de flavonoide era obtido principalmente de laranja e do suco da fruta (82%). Os cientistas afirmam que a melhor forma de consumir os flavonoides benéficos é por meio das frutas, já que os sucos comerciais possuem muito açúcar.
Estudos anteriores já mostravam a relação entre as frutas cítricas na diminuição do risco de derrames isquêmicos e hemorragia intracraniana.
Na Suécia, uma pesquisa anterior tinha descoberto que o consumo de antioxidantes de frutas e vegetais também levava à redução do risco de derrames em mulheres. Trabalhos também já mostraram os benefícios de frutas como maçãs e pêras para a diminuição nos casos de acidente vascular cerebral.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Peixes e frutas podem ajudar a preservar o cérebro, diz estudo


Pesquisa com idosos aponta que alimentação evita sintomas de Alzheimer.
Ômega 3, vitaminas do complexo B e vitaminas C, D e E são indicados.

Uma pesquisa publicada na edição online da revista científica “Neurology” mostra que a alimentação também pode ser uma arma na prevenção aos sintomas do mal de Alzheimer. De acordo com o estudo, alguns nutrientes estão relacionados com a ocorrência maior ou menor dos sinais da doença.
Dietas ricas em ômega 3 e nas vitaminas do complexo B e nas vitaminas C, D e E tornam menos prováveis o encolhimento do cérebro e as limitações de memória e raciocínio provocados pelo mal de Alzheimer. Por outro lado, as gorduras trans aumentam a frequência desses fatores de risco.
O ômega 3 é um ácido graxo presente nos peixes, que são também uma boa fonte de vitamina D. As vitaminas C e E são encontradas principalmente nas frutas e vegetais. As vitaminas do complexo B são antioxidantes com várias fontes alimentares diferentes. Já as gorduras trans costumam aparecer nos alimentos fritos, congelados e nas margarinas.
O estudo analisou os níveis sanguíneos de 104 pessoas com idade média de 87 anos e poucos fatores de risco para a memória e o raciocínio. A capacidade cerebral deles foi testada e 42 deles foram submetidos à ressonância magnética para medir o tamanho do cérebro.
Excluindo fatores como idade, sexo, nível de instrução e outras doenças, a alimentação está relacionada a 17% da variação nos resultados nos exames qualitativos para a memória e o raciocínio. Quanto ao tamanho do cérebro, os alimentos respondem por 37% da variação, segundo a pesquisa.
“Esses resultados precisam ser confirmados, mas obviamente é empolgante pensar que as pessoas podem evitar que o cérebro encolha e mantê-lo afiado apenas ajustando a dieta”, aponta Gene Bowman, autor do estudo e pesquisador da Universidade de Ciência e Saúde de Oregon, em material divulgado pela instituição.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Secretaria da Saúde mobiliza São Paulo para o Dia Mundial de Luta contra a Aids


A Secretaria Municipal da Saúde realiza nesta quinta-feira (1º/12) uma série de ações para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Aids. Entre as ações estão a distribuição de preservativos, testes rápidos de HIV e a afixação de um grande laço vermelho – símbolo da luta contra a Aids – na área externa do edifício Itália.


Para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado neste 1º de dezembro, um grande laço vermelho – símbolo da luta contra a Aids – será afixado na área externa do edifício Itália. O local também será um dos pontos de distribuição de preservativos e materiais informativos.

Essa iniciativa da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) partiu de um convite da Associação Brasileira de Municípios (ABM) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids).

Este ano o foco da Campanha do Ministério da Saúde são os jovens, especialmente os gays e as mulheres. Em diversos locais da Cidade, haverá testagem rápida para diagnóstico do HIV.

A luta contra a Aids na cidade de São Paulo será lembrada também com o projeto Saúde Ilumina!. Desde ontem, o Monumento às Bandeiras, os arcos do viaduto do Chá, o Obelisco e a Ponte Estaiada serão iluminados de vermelho. “Esta é uma forma simbólica de reforçar a importância dos cuidados à saúde e os desafios frente a Aids e demais DSTs. O acesso ao diagnóstico precoce, aos preservativos e a todas as formas de prevenção é condição fundamental para o controle da doença. Embora os números demonstrem redução de novos casos, a Aids ainda não tem cura e há novas infecções  todos os dias”, afirma o médico Celso Galhardo Monteiro, coordenador do Programa Municipal de DST/Aids da Secretaria Municipal da Saúde.

No dia de hoje a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) será palco de uma das ações do Dia Mundial de Luta contra a Aids e sediará uma campanha de prevenção às DSTs/Aids, com a distribuição de 50 mil preservativos masculinos e 8 mil adesivos de vidro com o slogan “Juntos na Luta contra a Aids”.

O Poupatempo Itaquera também será ponto de realização de teste rápido, distribuição de preservativos e material educativo, além de orientação de profissionais de saúde.

Programa Municipal de DST/Aids

O Programa Municipal de DST/Aids acompanha, atualmente, 43.870 pacientes na Capital. Destes, 15.660 fazem uso de antirretrovirais.

Os serviços municipais especializados em DST/Aids atendem gratuitamente, de segunda a sexta, das 7h às 19h. A população pode realizar consultas, exames para hepatite, sífilis e HIV (metodologia convencional e rápida), além de retirar camisinhas, material educativo e kits de redução de danos para usuários de drogas injetáveis.

Confira a programação desta quinta-feira

Afixação do laço vermelho gigante na área externa do Edifício Itália
Local: Avenida São Luiz, 50
Horário: 10h às 12h30

Seminário de Pesquisas em DST/Aids no 1º andar do Edifício Itália, com apresentação de três pesquisas sobre DST/Aids no Município: Percepção Social da Aids no Município de São PauloFatores que interferem na busca precoce e tardia do acompanhamento assistencial do usuário soropositivo para o vírus HIV e Avaliação da Transmissão Vertical do HIV no Estado de São Paulo. Distribuição de folders com dados epidemiológicos e da pesquisa de percepção da Aids na cidade de São Paulo, lacinhos vermelhos e preservativos nos arredores do edifício. Haverá distribuição de lacinhos vermelhos e preservativos aos presentes.

Campanha de Prevenção às DST/Aids na Ceagesp, com distribuição de preservativos masculinos por agentes e técnicos de prevenção do PM DST/Aids e Serviço de Assistência Especializada – Lapa e exposição de banner com o laço vermelho na torre do relógio.
Horário: das 9h às 16h.


Realização de testes rápidos para diagnóstico do HIV no Poupatempo Itaquera e divulgação dos serviços por agentes e técnicos de prevenção do PM DST/Aids e dos serviços da Zona Leste.
Horário: das 10h às 16h.

Divulgação de vinheta sobre prevenção às DST/Aids nas Redes Sociais do PM DST/Aids, na Rede São Paulo Saudável e nos televisores dos ônibus municipais. As vinhetas foram realizadas com o apoio da ONG Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada (EPAH).

sábado, 19 de novembro de 2011

Prevenção: Alzeheimer

Estudo aponta sete medidas para evitar Alzheimer
Pesquisadores americanos divulgaram a lista de sete medidas que poderiam evitar milhões de casos do mal de Alzheimer em todo o mundo.

Os sete fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação.

De acordo com o estudo dos cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, a metade dos casos da doença no mundo se devem a falta destas medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.

Os detalhes da investigação foram divulgados na revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, que ocorre em Paris.
Causas
As causas do mal de Alzheimer, forma mais comum de demência, ainda não são totalmente conhecidas. Mas, os estudos demonstraram que vários fatores estão ligados à doença, incluindo fatores genéticos, idade e estilo de vida.

Pesquisas já realizadas mostraram que vários fatores de risco podem ser modificados para evitar a doença, como por exemplo, doenças cardiovasculares, níveis de atividade física, estímulo mental e dieta.

Mas, até o momento, não estava claro até que ponto uma pessoa poderia evitar o Alzheimer modificando algum destes fatores de risco.

Para conseguir esta resposta, os pesquisadores usaram um modelo matemático sobre os riscos do Alzheimer no mundo todo.

Com este modelo, os cientistas calcularam a porcentagem global de casos de Alzheimer que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de atividade física.

Os resultados mostraram que a metade dos casos da doença no mundo parecem ser causados por estes fatores, que estão ligados ao estilo de vida e podem ser modificados.
Educação
O fator que parece causar a maior porcentagem de casos da doença, segundo os pesquisadores, é o baixo nível educacional (19%), seguido pelo tabagismo (14%), falta de atividade física (13%), depressão (11%), hipertensão na meia idade (5%), obesidade na meia idade (2%) e diabetes (2%).

Juntos, estes sete fatores de risco contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos globais da doença.

'Nos surpreendeu descobrir em nosso modelo que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, falta de atividade física e tabagismo parecem contribuir para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares', disse Deborah Barnes, que liderou o estudo.

'Mas isto sugere que mudanças relativamente simples no estilo de vida podem ter um impacto dramático no número de casos de Alzheimer no decorrer do tempo', acrescentou.

A pesquisadora destacou, no entanto, que estes são apenas cálculos matemáticos e serão necessários estudos mais amplos em várias populações para comprovar estes dados.

Mesmo assim, segundo os pesquisadores, estes cálculos são uma 'suposição importante ' e qualquer coisa que ajude a evitar a grande carga que esta doença significa para os serviços de saúde é positiva.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

HC realizará campanha para prevenir câncer de pele

Interessados em passar por exames devem comparecer ao Hospital das Clínicas com CIC e RG

No dia 26 de novembro, a Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, realizará exames para diagnóstico precoce do câncer de pele no público interessado.

O atendimento acontecerá das 9h às 15h, no Prédio dos Ambulatórios, à Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 - próximo à Estação do Metrô Clínicas. De acordo a médica Maria Cristina Messina, coordenadora da campanha no ICHC, embora o câncer de pele seja o tipo mais freqüente da doença, quando detectada precocemente a moléstia apresenta altos percentuais de cura.

Além do autoexame, os médicos irão orientar a população quanto aos cuidados para a prevenção e distribuir folhetos educativos para maior disseminação da informação.

O câncer de pele é caracterizado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo seu desenvolvimento.

A doença é mais comum em pessoas de pele clara, com mais de 40 anos. Seu surgimento está diretamente ligado à exposição prolongada ao sol, principalmente sem a proteção adequada.

Em 2010, campanha realizada no HC registrou 105 novos casos, de 913 pessoas avaliadas. Em 2009, foram mais 64 casos e em 2008, mais 130. Os pacientes foram matriculados e realizam tratamento no hospital.

As pessoas com múltiplas "pintas" ou "sinais" pelo corpo, com sardas no rosto ou ombros, pintas que estão crescendo ou se modificando, feridas que não cicatrizam ou que apresentem lesões pigmentadas nas palmas das mãos e plantas dos pés devem procurar o Hospital das Clínicas munidas de CIC e RG.

Para a assistência, a Clínica de Dermatologia mobilizará cerca de 60 profissionais, entre médicos, enfermeiros, voluntários e administrativos.
O atendimento é parte integrante da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A promessa de parar a contaminação pelo HIV de bebês por suas mães



Uma campanha está sendo veiculada para conseguir ajuda de setores públicos  a fim de garantir que nenhum bebê seja contaminado por sua mãe a partir de 2015.
Esse é o trabalho do  Fundo Global  que usa doação do governo para combater o HIV, a Tuberculose e a Malária. A campanha livre sobre o HIV encontra-se no seu ponto crítico  em que  o Fundo procura por doações  acima de 20 bilhões de dólares, isso para os próximos 3 anos. Eles reconhecem que isso será uma batalha,conseguir esse montante, sendo um desafio  em virtude da crise econônica que a Grécia vive atualmente. O vírus HIV pode ser transmitido da mãe ao bebê durante a gravidez, o parto ou durante a amamentação. Esse tipo de transmissão não ocorre em países do Reino Unido, pois as mães diagnosticadas com o vírus são tratadas durante a gravidez com remédios. Ter bebê através de cesarina, é uma outra forma que  não permite que o vírus seja transmitido ao bebê. Porém nos países em desenvolvimento cerca de 430.000 crianças nascem com o vírus HIV todos os anos. O Fundo global já destina mais da  metade de todas as doações internacionaisque recebe,para prevenir que isso ocorra. Eles acreditam  ser possível parar  a contaminação dos bebês em 2015. Diteror Executivo da entidade, Professor Michel Kazatchkine, disse: poderemos vencer essa batalha contra a AIDS se conseguirmos o dinheiro total. Essa campanha foi aprovada pela primeira dama  da França Carla Bruni-Sarkozi  que é embaixadora do Fundo Global. Os Estados Unidos são os maiores doadores para essa campanha. O Reino Unido contibuiu desde 2002 com 1.1 bilhões de dolares e os franceses são os maiores contribuidores da europa.(...)
Fonte: http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8689901.stm

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Cidade de São Paulo implanta serviço pioneiro voltado à saúde da mulher com deficiência


Equipamentos apropriados garantem mais conforto e segurança no atendimento às mulheres; projeto piloto tem lançamento previsto para março e será expandido para outros hospitais da rede municipal.

Em uma iniciativa inédita no País, a rede municipal de saúde, vai oferecer infra-estrutura para atendimento especializado às mulheres com deficiência. A partir de março, o Hospital Municipal Maternidade-Escola de Vila Cachoeirinha contará com camas especiais para exames ginecológicos, um mamógrafo que permite a realização do exame sem que a paciente precise sair da cadeira de rodas, leitos que mudam de altura por comando eletrônico e lifters – espécie de guindaste para transferir a paciente para o leito.

O secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida destaca que, ao contrário do que alguns ainda podem pensar, a mulher com deficiência também exerce sua sexualidade e necessita dos mesmos cuidados para prevenir e combater problemas ginecológicos como a endometriose, câncer de mama e útero, infecções pelos vírus HPV, HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. “Mais que isso, elas têm o direito de engravidar e receber um acompanhamento médico adequado”, afirma.

O projeto tem um aporte de R$ 250 mil da SMPED e um de seus objetivos é ser pioneiro na geração de conhecimento em um campo de estudo ainda pouco explorado dentro e fora do país: a sexualidade e a saúde geral da mulher com deficiência.

Para o médico Diretor de Assistência do hospital, os médicos em geral ainda têm certa dificuldade na abordagem e no trato de pacientes com deficiência. “Equipamentos adequados ajudam a lidar com esse público de forma apropriada, garantindo mais conforto”, explica.

Na prática, os recursos colocados à disposição do hospital também devem beneficiar outra parte de sua clientela, composta por pacientes obesasidosas e pacientes com mobilidade reduzida devido a problemas oncológicos.


Depois da unidade de Cachoeirinha, o projeto completo – equipamentos, manual e treinamento – será levado a outros hospitais da rede municipal.

Estima-se que 25 milhões de brasileiros tenham algum tipo de deficiência (projeções com base no Censo 2000 do IBGE). E, desse total, 27% apresentem deficiência física. Não há informações sobre o número de mulheres com deficiência.

Pesquisa

Além dos equipamentos já instalados no hospital, a SMPED vai elaborar – com apoio do corpo clínico do hospital e outros especialistas – um manual de procedimentos que será utilizado para treinar os profissionais de saúde envolvidos no atendimento.

A proposta é que esse manual aborde desde aspectos comportamentais até características morfológicas decorrentes da deficiência, encampando ainda ações capazes de prevenir a presença de algum tipo de deficiência no feto.

Etapas:

• Adequação do espaço físico

• Treinamento do corpo clínico (acolhimento, aconselhamento pré-gestacional e técnicas específicas/adaptadas)

• Aquisição de equipamentos

Cronograma:

• Março 2010 – projeto em operação no HM Nova Cachoeirinha

• Final de 2010 – projeto implantado em mais quatro hospitais

• Até 2012 – capacitação de toda a rede municipal

Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED)


Assessoria de Comunicação e Imprensa

Tel.: (011) 3113-8741 // 8778 // 8767 // 8793 // 8794 // 8741

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ana Paula Arosio,divulga sintomas da Retinoblastoma

Raro tipo de câncer de olhos foi encontrado pela mãe de bebê ao tirar uma foto dele.






Uma simples fotografia pode ter salvado a vida de um bebê, revelou um tipo raro de câncer atrás de seus olhos. A auxiliar de enfermagem Samantha Rouse descobriu que um dos olhos seu filho de nove meses de idade Jacob apareceu esbranquiçado numadas fotos que ela tirou dele. O brilho vindo da câmera revelou células sensíveis nos olhos do bebê que não poderiam ser vistas cara a cara, provenientes de um raro tipo de câncer retinoblastoma, que se espalha rapidamente e que forma nas células da retina uma branca camada .

Jacob que já tinha perdido a visão do olho esquerdo, vinha recebendo quimioterapia e terapia com laser de três em três semanas numa desesperada batalha para recuperar a visão do olho direito e também sua vida. A mãe da criança falou aos familiares e amigos que não havia nada em que se preocupar, porém após ver as fotos de Jacob em Setembro do ano passado, em que o olho da criança aparecia completamente branco, ela voltou ao seus posto de saúde e disse que algo estava errado. (...)

“Ninguém acreditou que havia alguma coisa errada, me disseram que era apenas o flash da câmera; no posto de saúde eles estavam relutantes em me encaminhar para um especialista. Talvez o meu trabalho tenha contribuído para que eu tenha maior precaução. Eu apenas disse que não sairia da porta do médico até que ele encaminhasse Jacob para um hospital.”

Finalmente Jacob foi diagnosticado em Novembro, mas Samantha e seu marido Dane, que deixou o seu emprego como marceneiro pra tomar conta de seu filho doente, ficaram chocados, pois não sabiam da gravidade da doença do filho.

Os médicos disseram a eles que Jacob perdeu a visão do olho esquerdo devido a três tumores em sua linha de visão. Ele tinha mais três tumores menores no olho direito que poderia tê-lo deixado completamente cego.

As irmãs de Jacob, Phoebe de 3 anos, e Harry de 2 anos, foram testadas também sobre essa rara doença genética. Harry preocupa seus familiares, pois apresenta manchas brancas em seus olhos. Ambas as crianças continuarão sendo testadas para saber se elas desenvolverão a doença.

Samantha disse: “ Eu definitivamente digo aos pais para examinar os olhos de seus filhos. Se eu não tivesse tirado essa foto e insistido para que o olho do meu filho fosse examinado ele poderia ter perdido a visão.(...)

Retinoblastoma afeta cerca de 50 crianças por ano e 95% sobreviverão depois do tratamento. O tratamento terá maior efeito se a doença for diagnosticada precocemente.

Jornal Daily Mail de 02 de Fevereiro de 2010

 Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1247912/Mother-spots-cancer-babys-eye-taking-photo.html?ITO=1490

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Campanha alerta sobre doenças que podem levar à cegueira



Primeira etapa da “Campanha de Saúde Ocular” acontece sábado (30), no Parque da Juventude (zona Norte).

Palestras vão alertar para riscos de cegueira causada por doenças que podem ser evitadas e tratadas com acompanhamento médico adequado.

No Brasil, existem cerca de 12 milhões de pessoas com deficiência visual.

Problemas como catarata, glaucoma e retinopatia diabética estão na origem de milhares de casos de cegueira e perda significativa de visão que anualmente surgem no país.
Conscientizar a população sobre a necessidade de prevenir essas doenças e reduzir a incidência de deficiência visual na cidade é o objetivo da Campanha de Saúde Ocular, lançada pelas secretarias municipais da Saúde e da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, em parceria do Hospital dos Olhos, Fundação Dorina Nowill, Associação Laramara, Sociedade Brasileira de Glaucoma e Cadevi.
No próximo sábado, dia 30 de janeiro, das 9h30 às 15h, no Parque da Juventude (Carandiru - zona Norte), serão ministradas palestras gratuitas sobre como prevenir-se contra essas doenças oculares, além de dicas para evitar acidentes capazes de levar à cegueira e outros problemas de visão.

Programação

9h30 – Abertura dos estandes

10h – Palestra: “Glaucoma”
11h30 – Palestra: “Como Prevenir Acidentes”
13h – Palestra: “Retinopatia Diabética”
14h30 – Palestra: “Catarata”

Paralelamente, instituições de assistência e órgãos públicos apresentarão tecnologias e ações de inclusão da pessoa com deficiência visual, como o sistema braile de escrita e leitura, o piso tátil direcional e o trabalho dos cães-guia.

Catarata

Opacificação do cristalino, que é a “lente” intra-ocular, com consequente diminuição da visão. Aproximadamente 85% dos casos dessa doença ocorrem após os 50 anos. O tratamento para essa doença é cirúrgico.

Glaucoma

Doença caracterizada por aumento de pressão intra-ocular, com progressiva perda visual. Pode ocorrer em qualquer idade, com maior incidência em pessoas com histórico familiar de glaucoma, da raça negra e após os 40 anos de idade. Os danos causados pelo glaucoma são irreversíveis. Prevenção: é necessária a identificação da doença o mais precocemente possível por meio de exames oftalmológicos. O tratamento é realizado com colírios, e em alguns casos há indicação de cirurgia.
Retinopatia Diabética


Doença ocular que acompanha os pacientes diabéticos sendo uma das maiores causas de cegueira nesta população. Prevenção: controle glicemia e visita periódica ao oftalmologista para intervenção precoce.
Serviço:
Campanha de Saúde Ocular
-30 de janeiro (sábado)
– 9h30 às 15h

Parque da Juventude

- Avenida Cruzeiro do Sul, 2.500 Ao lado do metrô Carandiru

Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) Assessoria de Comunicação e Imprensa Tel.: (011) 3113-8778 // 8767 // 8793 // 8794 // 8741 lclopes@prefeitura.sp.gov.br


 Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/pessoa_com_deficiencia/noticias/?p=14456

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

7 mitos e 5 verdades sobre o diabetes



Especialistas esclarecem dúvidas e revelam os verdadeiros perigos para os diabéticos


Por Natalia do Vale

No Brasil, cerca de sete milhões de pessoas, acima de 18 anos, têm a doença. Um estudo recente da Sociedade Brasileira de Diabetes, aponta que mais de 60% deles não sabem que têm a doença. Disfunção metabólica crônica decorrente de uma deficiência de insulina - hormônio produzido pelo pâncreas - que pode ser causada por fatores genéticos ou em decorrência de maus hábitos de vida como sedentarismo e uma dieta desequilibrada, recheada, principalmente de açúcar.


O problema pode trazer perda ou aumento de peso, é fator de risco para problemas cardiovasculares e, nos casos mais graves, provocar falência de órgãos (rins, olhos) e até a morte. Apesar dos perigos, é completamente controlável.

"É uma doença crônica e deve ser tratada como tal, mas com informação e mudança de hábitos, dá para ser controlada e ter qualidade de vida", explica a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Hospital Bandeirantes. Pensando nisso, o MinhaVida conversou com especialistas para descobrir os mitos e verdades do diabetes para facilitar a vida de quem convive com a doença.
O diabetes é uma doença crônica, mas com informação e mudança de hábitos, dá para ter qualidade de vida

1.Diabetes é contagioso

Mito: o diabetes não passa de pessoa para pessoa. É preciso acabar com essa discriminação de que o diabético não pode ter emprego, amigos e vida social. O que acontece é que, em especial no tipo 1, há uma propensão genética para se ter a doença e não uma transmissão comum. "Temos exemplos de mães diabéticas que tem filhos totalmente saudáveis", explica a nutricionista.




2.Canela ajuda a controlar o diabetes

Mito: não tem nenhum estudo científico que comprove isso. Existem alguns estudos em relação à canela, porém são estudos preliminares, que merecem mais esclarecimentos para provar esse efeito satisfatório. "É melhor não seguir nada que não seja comprovado, afinal, trata-se de um problema crônico e qualquer descuido pode piorar a situação", diz a nutri.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009



SP faz megamutirão de mamografia a partir deste sábado
308 unidades em todo o Estado estarão abertas neste sábado para atender a população

A Secretaria da Saúde realiza neste sábado, 14, um megamutirão de mamografias em todo o Estado. Serão disponibilizadas 308 unidades de atendimento espalhadas por todas as regiões do Estado. A expectativa é atender a mais de 143 mil mulheres no sábado e nos 10 dias úteis subsequentes.
Somente na Grande São Paulo, aproximadamente 34 mil mulheres realizarão o exame em 94 unidades de atendimento, das quais 50 unidades somente na capital. Para fazer o exame é preciso ter pedido médico da rede pública ou privada e já ter agendado o horário.
O megamutirão é uma iniciativa do Programa de Saúde da Mulher da Secretaria. "Quanto antes for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento do câncer de mama, maiores as chances de cura da doença. Por isso é tão importante que as mulheres aproveitem o mutirão e façam o exame", afirma o secretário da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.
As mulheres que tiverem qualquer dúvida sobre o mutirão podem ligar para a Ouvidoria da secretaria nos telefones 150 (somente para a capital); ou (11) 3066-8359, 3066-8684, 3066-8349 e 3066-8065 (Grande São Paulo e interior); ou, ainda, diretamente nos Departamentos Regionais de Saúde da sua região.
Da Secretaria da Saúde


 Fonte: www.saopaulo.sp.gov

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Trabalho de prevenção de casos de amputação em diabéticos





Calos, feridas e deformações nos pés que, quando não tratadas, podem levar a amputações. As características descritas são típicas do pé diabético, mal que pode atingir a maioria dos portadores de diabetes. Estima-se que 50% das amputações não traumáticas de membros inferiores nos Estados Unidos sejam decorrentes da doença. Já no Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, o Ambulatório do Pé Diabético registra um índice de amputação de 3,7% dos casos atendidos, graças ao trabalho de uma equipe multidisciplinar especializada, composta por endocrinologistas, ortopedistas e terapeutas ocupacionais. “Até sapato especial nós fornecemos, sem qualquer custo”, informa o médico Rafael Ortiz, ortopedista do Grupo do Pé do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC (IOT).