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domingo, 29 de julho de 2012

Alckmin inaugura serviço de ginecologia para mulheres com deficiência

Projeto "Sábado sem Barreiras" vai oferecer exames ginecológicos a pacientes com mobilidade física e intelectual reduzida

O governador Geraldo Alckmin abriu neste sábado, 28, um serviço ambulatorial especializado na assistência em saúde de mulheres com deficiência. Localizado no hospital estadual Pérola Byington, o projeto “Sábado sem Barreiras” oferece assistência em saúde ginecológica para mulheres com mobilidade física ou intelectual reduzida.

"Hoje começa no Estado de São Paulo um serviço de saúde inovador para mulheres com deficiência. Este programa é feito aos sábados, com isso, utilizamos os serviços de saúde ociosos, o que facilita para as famílias, porque o trânsito é melhor aos sábados", afirmou Alckmin. O governador ainda frisou que a intenção também é levar essa proposta pioneira para outros serviços de saúde do Estado.

Os atendimentos, que inicialmente serão realizados no último sábado de cada mês, das 8h às 12h, ocorrerão em um ambulatório localizado no 2º andar do hospital e contará com assistência de uma equipe multidisciplinar composta por médicos ginecologistas, enfermeiros, psicoterapeutas e psicólogos. O projeto recebeu investimento de R$ 20 mil para a compra de equipamentos e adequação do espaço físico.

Outro diferencial do projeto se deve ao fato de ser considerado “sem tempo de espera”, já que, durante o período que antecede a consulta, as pacientes poderão participar de grupos de discussões com psicólogos e psicoterapeutas sobre sexualidade e outros temas do cotidiano da pessoa com deficiência. Serão realizados dois grupos de discussões por sábado, com início às 8h e às 10h.

Agendamento prévio

Para passar pelo atendimento médico, a paciente com deficiência, seja física ou intelectual, deve fazer agendamento prévio por telefone sempre na segunda semana do mês, às segundas, terças ou quintas-feiras, entre 10h e 12h, pelo telefone (11) 3248-8123. Serão atendidas, em média, 1.000 mulheres por ano. 

Os resultados dos exames por imagem, como ultrasonografia, serão entregues no mesmo dia da consulta. Já os resultados de outros exames mais complexos e que eventualmente não fiquem prontos na hora, poderão ser consultados via internet, serviço considerado inédito e exclusivo para estas pacientes.
Do Portal do Governo do Estado

sábado, 22 de outubro de 2011

Site de relacionamento para portadores de deficiência é lançado e já registra aumento de 34% de cadastros diários




Há também cadastros de usuários do exterior e também sem deficiência

Mariana Anunciação
Em virtude do crescimento na demanda por sites de relacionamentos segmentados, o Brasil ganha o www.NamoroDeficiente.com, primeiro portal destinado aos deficientes. Pelo menos 15% da população brasileira têm algum tipo de deficiência, seja ela congênita ou adquirida, segundo o IBGE.
Mesmo com as mudanças na legislação no Brasil, que possui 190 milhões de habitantes, ainda há inúmeras limitações para transformar esse público de 25 milhões, em cidadãos com espaços iguais na sociedade. Para incentivar essa transformação na cultura nacional, uma nova ferramenta passa a ser utilizada de forma segmentada, a rede social.
Redes sociais
Estudiosos afirmam que, muitas vezes, nas redes sociais generalizadas, esse público era ignorado sempre que revelava alguma deficiência, o novo portal chega para concretizar o direito de encontrar um companheiro através da internet e de forma segura.
De acordo com a assessoria de imprensa, o portal possui diversos benefícios aos portadores de deficiências. Permite que os usuários compartilhem experiências, opiniões, se relacionem afetivamente e principalmente, façam amizades. A socialização inclui a troca de fotos, vídeos, músicas e ainda um blog, em que podem expressar as ideias.
No ar há menos de um mês, o site registrou um aumento de 34% nos cadastros diários, incluindo pessoas do exterior, como de Portugal, Angola e Moçambique. Nos perfis se destacam pessoas com idades entre 23 e 53 anos, também é grande a presença de usuários sem deficiência que dispensam possíveis preconceitos e se cadastram por ter interesse em se relacionar com esse público.
Quinto país com maior número de acesso à internet no mundo, o Brasil explora o acesso à informação para difundir os direitos perante a lei. Especialistas afirmam que com a conscientização das pessoas, a sociedade passa por um processo de amadurecimento.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Unesp oferece assistência odontológica gratuita a pessoas com deficiência



Centro contabiliza mais de nove mil pacientes matriculados
Unidade Auxiliar da Faculdade de Odontologia, Câmpus de Araçatuba, o Centro de Assistência Odontológica à Pessoa com Deficiência foi fundado em 1984 para dar assistência médica-odontológica a pessoas com deficiência mental que tivessem problemas bucais associados ou não a outras enfermidades. O Centro contabiliza mais de nove mil pacientes matriculados, provenientes de 480 municípios de nove estados brasileiros.

Coordenado pelo professor da FO João Eduardo Gomes Filho, supervisor do Centro, o encontro visa divulgar as atividades científicas, de ensino e de serviços à comunidade geradas pelo CAOE. Por outro lado, também busca reciclar os conhecimentos dos profissionais que atuam na Unidade, com palestras proferidas por especialistas de outras instituições.

As atividades desenvolvidas no CAOE são mantidas com recursos financeiros provenientes da Unesp; do SUS (Sistema Único de Saúde), por meio do Ministério da Saúde; e da Associação Pró Estudo, Pesquisa e Assistência a Pacientes Especiais (Assepae).

Encontro

O 3º Encontro do Centro de Assistência Odontológica à Pessoa com Deficiência (CAOE), conhecido como Centrinho da Unesp, será realizado em 27 de outubro, na Faculdade de Odontologia (FO), Câmpus de Araçatuba. Interessados em apresentar trabalhos devem enviar um resumo até o dia 15 de outubro, por meio do endereço eletrônico cintiamb@foa.unesp.br .

São temas das palestras: "Manejo odontológico de pacientes submetidos à terapia oncológica"; "Reabilitação odontológica em pacientes oncológicos de cabeça e pescoço; "Especialidades médicas no CAOE"; "A dinâmica de recepção à pessoa com deficiência no CAOE". Haverá espaço para apresentação de painéis.
Informações sobre o evento no site 
http://www.foa.unesp.br/


sábado, 9 de julho de 2011

Prefeito sanciona lei que cede permanentemente área para a Associação Cruz Verde


O prefeito de São Paulo sancionou o projeto de lei que cede permanentemente área para a Associação Cruz Verde. A instituição é mantenedora do hospital especializado no cuidado de paralisia cerebral grave. A doação foi defendida pela Secretaria Municipal de Saúde pois o local oferece serviços considerados satisfatórios pela pasta.
O prefeito de São Paulo sancionou na manhã desta sexta-feira (8/7) o projeto de lei que cede permanentemente área para a Associação Cruz Verde. Criada em 1958, a instituição é mantenedora do hospital especializado no cuidado de paralisia cerebral grave. O trabalho da associação acabou sendo intensificado a partir de 1970, quando houve a doação em regime de comodato do terreno onde está localizada a entidade, à Rua Dr. Diogo de Faria, 695, na Vila Clementino, Zona Sul da Capital.
O prefeito foi recebido na Associação Cruz Verde pelo presidente da entidade, Flávio Padovan, e pela superintendente da instituição, Marilena Pacios. No hospital, o chefe do Executivo Municipal visitou as instalações do hospital e assistiu a apresentação artística de pacientes. Após sancionar a lei, o prefeito destacou a importância do trabalho realizado na instituição.
“A Cruz Verde é uma instituição que faz um trabalho maravilhoso. Aqui temos centenas de funcionários que têm dado um pouco da sua vida para contribuir para que crianças, jovens, adolescentes, adultos e idosos tenham sua dor atenuada, além de oferecer às famílias delas um conforto necessário para conviver com uma grave enfermidade”, afirmou o prefeito.

O chefe do Executivo Municipal falou da importância que está iniciativa terá para a Vera associação. "A Prefeitura de São Paulo faz sua parte ao realizar a doação do terreno onde está a sede da instituição. Essa cessão deveria ter sido feita há muitos anos. Que a partir de agora a Vera Cruz tenha condições de conquistar mais doações, financiamentos e apoios. E com relação à Administração, que possa contar com parcerias mais efetivas”.
A doação foi defendida pela Secretaria Municipal de Saúde pois o local oferece serviços considerados satisfatórios pela pasta. Desde agosto de 2008, a Associação mantém uma parceria com aquela secretaria. Na ocasição foi feita a assinatura do Termo de Convênio SUS para internação de pacientes crônicos com transtornos mentais e comportamentais. O acordo tem vigência de 60 meses.

Por conta dessa bem-sucedida parceria, o secretário municipal de Saúde celebrou a conquista da entidade. “A energia que uma instituição como a Cruz Verde gasta para resolver pequenas questões burocráticas demonstra o empenho e compromisso da entidade. Hoje a entidade recebeu a doação definitiva do espaço que já ocupa e onde presta serviço. Isso libera ainda mais energia para a entidade continuar progredindo e avançando”, ressaltou o secretário.

Mais de 53 anos de história

Atualmente, a Associação Cruz Verde atende 206 internos com paralisia cerebral grave e tem 300 funcionários. Ao longo de mais de meio século de serviços prestados, milhares de pacientes receberam tratamento individualizado, gerando mais de 200 mil atendimentos nas áreas de fisioterapia, hidroterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, nutrição, psicologia, odontologia e especialidades médicas. Além do convênio com o SUS, a Cruz Verde se manteve atém então por meio de doações individuais de pessoas físicas e jurídicas.
Com a doação da Prefeitura, a entidade poderá expandir seus serviços. “Queremos e precisamos fazer mais, pois temos filas de espera para atendimento. Estudamos a possibilidade de instalar uma UTI. Queremos nos tornar modelo para que outras instituições do País possam utilizar nosso know-how. Aqui o tratamento e cuidado são feitos com muito amor. Aplicamos todos os recursos em benefício da instituição e dos pacientes”, afirmou o presidente da Associação, Flávio Padovan.

A superintendente da Associação, Marilena Pacios, definiu o ato da Prefeitura como “marco histórico e um divisor de águas para a Cruz Verde”.“Vamos continuar cuidando desse terreno. Hoje vivemos uma perspectiva de buscar novos rumos. Queremos ser um referencial na assistência aos portadores de paralisia cerebral grave. Temos em vista um projeto de ter uma completa unidade hospitalar e ambulatorial. Nosso compromisso é atender nosso paciente sem que ele precise sair daqui”.
Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=45256







segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dia Internacional da Pessoa Surdocega

 Dia 27 de junho é o dia internacional da pessoa surdocega, e uma das instituições que trabalha para a inclusão dessas pessoas é a ADEFAV:

"A ADEFAV é um centro de recursos destinado a educação, habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência múltipla, surdocegueira e deficiência visual. Fundada em 1983, hoje a ADEFAV é uma entidade reconhecida no terceiro setor e além do atendimento direto a pessoas com deficiências, a ADEFAV atua fortemente na capacitação e formação de profissionais, bem como orientação e capacitação de famílias."

 Para que esse trabalho continue  eventos são realizados pela instituição. Para participar, programe-se!

CALENDÁRIO DE EVENTOS


A ADEFAV promove eventos beneficentes para a manutenção de todos os serviços oferecidos. Toda a renda dos eventos é revertida para a manutenção do atendimento a crianças, jovens e adultos com surdocegueira, com deficiência múltipla e com deficiência visual. Por meio dos eventos também realizamos a manutenção predial e a compra de materiais e equipamentos pedagógicos.

Participe, colabore e divirta-se nos eventos da ADEFAV.

Festa Junina 04/06/2011

Festa de Massas 02/07/2011

Festa Italiana 08/08/2011

Noite Musical 22/10/2011

Fonte: http://home.adefav.org.br/index.php

domingo, 12 de junho de 2011

O amor vence barreiras

Com o dia dos namorados chegando, o Guia Inclusivo conta uma história de amor para embalar o coração do solitários e para brindar o amor de muitos casais que como muitos outros tiveram que transpor barreiras para viver este amor.

Dia dos namorados geralmente é uma loucura, restaurantes cheios, shoppings lotados, todo mundo querendo celebrar o amor, enquanto os comerciantes aproveitam para vender em uma época de vendas baixas.
Quando se tem um parceiro com deficiência, o casal tem que se preocupar com acessibilidade. “Não se pode programar qualquer passeio como um casal normal, você corre o risco de não aproveitar o programa e quebrar o clima. Esta cada vez mais difícil encontrar bons lugares adaptados e acessíveis que atenda a necessidade de um casal” explica a empresária de eventos, Juliana Françozo.

Juliana está junto com Stefan Janzen há oito anos, eles se conheceram na Igreja, Stefan tocava no louvor e foram apresentados por amigos em comum. Quando ela o conheceu, ele já tinha sofrido há três anos um acidente de moto, que lesionou a medula.

“Ninguém pode imaginar que você pode ser feliz com alguém que possui qualquer tipo de deficiência, pois acreditam que é por piedade, interesse ou algo que não seja ‘amor’”, comenta a empresária, ao falar sobre os preconceitos. Independente disto eles decidiram lutar pelo amor.

Depois de dois anos e quatro meses eles se casaram. E tiveram a sorte de ir morar em uma casa ampla, só precisaram fazer ajustes nas portas para passar a cadeira de rodas e colocaram um elevador a vácuo.

Juliana fala com muito orgulho do marido que é engenheiro mecânico e que trabalha em Logística. E ela confessou que às vezes se sente mais frágil e deficiente que ele. “Ele não anda a gente sabe. Mas é forte, independente e cheio de fé e isso o leva a caminhos que talvez com as pernas ele não trilhasse.”

Juliana deixou uma bonita mensagem para os solteiros e outros casais. “Repito a deficiência é algo que esta no coração. Se deixar que isso entre em você e tire tudo de bom que você possa ter, perde sua vida, sua alegria e a oportunidade de conhecer o amor.”
“Planejem seus planos, sonhem juntos, acreditem num futuro incrível, paciência pra lidar com os pormenores, cuidar um do outro e batalhar juntos . O amor tem que ser como na bíblia que tudo crê tudo suporta e tudo espera”, finaliza.
Fonte: http://www.guiainclusivo.com.br/2011/06/amor-vence-barreiras/

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Curso gratuito capacita pessoas com deficiência física ou auditiva

O curso é direcionado às pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida, e deficientes auditivos, que tenham concluído o ensino fundamental

Estão abertas até o dia 15 de junho as inscrições para o Curso de Capacitação para inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O curso é gratuito e direcionado às pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida, e deficientes auditivos, que tenham concluído o ensino fundamental.
A iniciativa tem por objetivo oferecer qualificação profissional adequada, de modo a promover a inclusão desses profissionais no mercado de trabalho em geral e - em particular - no segmento de transporte de passageiros. O curso é composto por sete módulos, distribuídos em oito dias, com carga horária de cinco e seis horas por módulo. Entre os temas abordados estão: atendimento ao cliente, educação financeira, redação empresarial, qualidade de vida no trabalho, inclusão digital, comunicação, operação e funcionamento de empresas que atuam no transporte rodoviário de passageiros.
Ao final, os participantes receberão certificados de participação e terão os seus currículos divulgados no mercado de trabalho. Há, ainda, a possibilidade de contratação dos profissionais pelas empresas participantes do projeto.

Iniciativa

O curso será promovido pelo SETPESP – Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros no Estado de São Paulo em parceria com o STERIIISP- Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Ônibus Rodoviários Internacionais, Interestaduais, Intermunicipais e setor diferenciado de São Paulo, Itapecerica da Serra, São Lourenço da Serra, Embu-Guaçu, Ferraz de Vasconcelos, Poá e Itaquaquecetuba, sob a orientação do Instituto Cultural de Integração, Desenvolvimento e Cidadania – Grupo O Resgate. As aulas, que têm inicio em 27 de junho e término em 5 de julho de 2011, serão realizadas no Instituto Resgate , que fica na Rua da Abolição, 117 – Bela Vista – São Paulo ( próximo a Câmara Municipal de São Paulo).

As matrículas são gratuitas e devem ser feitas até o dia 15 de junho pelos seguintes e-mails:
elaine.nakashima@viacaocometa.com.br
rhselecao@translitoral.com.br
lmoliveira@reunidaspaulista.com.br
noliveira@passaromarron.com.br

Fonte: http://saci.org.br/index.php?modulo=akemi&parametro=32039

sábado, 4 de setembro de 2010

Sem adaptação, município vira obstáculo para deficientes

Neste ano, a lei federal (Nº 10.098) que garante a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiências físicas completa 10 anos. Mas o que deveria ser motivo de comemoração, provoca preocupação para boa parte dos moradores de Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), aproximadamente 17% da população cachoeirense possui algum tipo de deficiência, sendo que a metade tem a locomoção comprometida.

Em números exatos, cerca de 15 mil pessoas têm o direito violado por falta de estrutura na cidade. Entre tantos prédios com escadas, falta de apoio e até mesmo rampas íngremes demais, o campeão de reclamação é o Centro de Saúde, no centro do município.

Para conseguir ser atendido, o paciente que utiliza cadeira de rodas precisa da boa vontade do médico descer ao primeiro andar, já que não há rampas para chegar ao consultório, que fica no segundo piso da unidade.
"A dificuldade para nós é enorme. Tudo é feito para que sejamos dependentes das pessoas. O próprio prédio da Secretaria de Estado da Fazenda é um exemplo, não há rampas de acesso, apenas escadas", reclama o empresário Flávio Flicks.

Depois de um acidente de moto, Rodrigo Thiengo luta para conquistar a independência. Ele perdeu os movimentos da perna aos 17 anos, e depois de um período no Centro de Reabilitação Sarah, hoje dá um exemplo de superação. Convivendo há 12 anos com a deficiência, ele agora faz tudo sozinho.
Mas seu direito de ir e vir fica ameaçado quando encontra pela cidade prédios como o da Secretaria Estadual da Fazenda. "Saio de casa sozinho, mas quando chego aqui, preciso de ajuda, pois não há rampa. É como se tivesse perdido todo o avanço que conquistei nesses últimos anos", diz o cadeirante.

Pelas ruas, são os desníveis e calçadas irregulares que dificultam o acesso para os portadores de necessidades especiais. Na Praça Jerônimo Monteiro, o aposentado Rodrigo Thiengo tem problemas ao atravessar até mesmo usando a faixa de pedestre. "Em alguns pontos há sinais de uma rampa, mas elas estão destruídas. Sozinho, posso cair no meio da avenida", conta indignado.
Problemas

De acordo com a presidente do Conselho Estadual dos Portadores de Deficientes (CONDEF), Neila Madeira de Azevedo, as cidades não estão preparadas para receber os portadores de algum tipo de deficiência. "Na calçada há desníveis e vários prédios públicos, como prefeitura e câmara de vereadores, não são acessíveis de forma integral. É uma violação da cidadania".

Problemas também na hora de atravessar a rua. Bem no centro da cidade, a rampa que liga a faixa de pedestres à calçada está destruída
Respostas

A Secretaria Municipal de Governo informou que o atendimento a cadeirantes no palácio Bernardino Monteiro, sede da prefeitura, ocorre no primeiro pavimento, que possui rampa de acesso lateral. Demais alterações aguardam a transferência da sede do governo para um prédio próximo, que será adaptado para acesso de cadeirantes. A legislação municipal em vigor não contempla a acessibilidade nos pontos de ônibus, mas esses locais serão contemplados pelo projeto Calçada Cidadã.
Já a Secretaria Municipal de Saúde garantiu que a prefeitura já realizou a primeira das duas etapas de retirada da brita na entrada do Centro Municipal de Saúde Bolívar de Abreu. Todo o atendimento a cadeirantes é realizado atualmente no primeiro pavimento. E a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social disse que vai pedir a visita de um técnico da prefeitura para avaliar a viabilidade da obra na rampa que dá acesso à sua sede.

Quando ao prédio da Secretária de Estado da Fazenda, o órgão explicou que ele não possui os acessos adequados porque é muito antigo, foi construído há cerca de 40 anos. Mas existe a intenção de investir na construção de dois elevadores no local.
Fonte: Gazeta Online http://www.capixabao.com/v3/noticia/3963/geral/sem-adaptacao-municipio-vira-obstaculo-para-deficientes/

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Dez mensagens sobre crianças com deficiências

Professores falando sobre Aprendizado. As informações seguintes, desenvolvidas por Guldaban Habibi, encaram formas de ajudar crianças com deficiências a aprender num ambiente seguro e equiparado



O Laboratório de Acessibilidade recebeu e divulga o texto enviado por Marina S. Rodrigues Almeida, do Instituto Inclusão Brasil - São Vicente -SP. (13) 34695176

O texto original - Ten messages about children with disabilities - foi traduzido do inglês por Maria Amélia Vampré Xavier (Rede de Informações Área Deficiências, Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social de S.Paulo; Fenapaes, Brasília - Diretoria para Assuntos Internacionais; Sorri Brasil, SP; Carpe Diem, SP; Rebrates, SP; Inclusion International)

1. Evite atitudes negativas estereotipadas sobre crianças com deficiências evitando palavras negativas tais como “incapaz”, “aleijada” ou “limitada” em vez de “uma criança com uma deficiência física ou de movimento”; “presa à cadeira de rodas” em vez de “uma criança que usa cadeira de rodas”, “surda muda” em vez de uma criança com deficiência de audição e de fala” ou “retardada” por “uma criança com deficiência intelectual.”
2. Descreva crianças com deficiências em status semelhante àquelas que não têm deficiências.
Por exemplo, um aluno com uma deficiência pode instruir uma criança menor sem deficiência. Crianças com deficiências devem interagir com crianças não-deficientes no maior número possível de situações.
3. Deixe que crianças com deficiências falem por si mesmas e expressem seus pensamentos e sentimentos. Envolva crianças com e sem deficiências nos mesmos projetos e encoraje sua participação mútua.
4. Observe crianças e identifique deficiências. A detecção precoce de deficiências se tornou parte da educação da primeira infância.
5. Encaminhe a criança cuja deficiência for identificada para triagem de desenvolvimento e intervenção precoce.

6. Adapte as lições, os materiais de aprendizado e a sala de aula às necessidades de crianças com deficiências. Use meios como impressão em letras grandes, sente a criança na frente da classe, e torne a sala de aula acessível a uma criança com mobilidade reduzida. Integre idéias positivas acerca de deficiências no trabalho da classe, nas brincadeiras das crianças e outras atividades.

7. Sensibilize pais, famílias, e prestadores de cuidados acerca de necessidades especiais de crianças com deficiências. Converse com os pais em reuniões bem como em conversas de pessoa para pessoa.

8. Ensine a pais frustrados maneiras simples de enfrentar e monitorar as necessidades do filho e ajude-os a ter paciência a fim de evitar maus tratos à criança deficiente.

9. Oriente os irmãos e outros membros da família a fim de reduzir a dor

e a frustração dos pais de crianças com deficiências sendo útil a eles.

10. Envolva ativamente os pais de crianças pequenas com deficiências como membros plenos da equipe ao planejar atividades na escola e depois da escola..
Fonte:http://www.todosnos.unicamp.br:8080/lab/noticias/dez-mensagens-sobre-criancas-com-deficiencias

domingo, 28 de março de 2010

Concurso Moda Inclusiva premiará propostas de vestuário para pessoas com deficiência

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência convida estudantes de todo o Estado de São Paulo para empregar talento e criatividade na produção de roupas para pessoas com deficiência



Até o dia 30 de abril, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência recebe inscrições de estudantes de todo o Estado para o 2º Concurso Moda Inclusiva, com o objetivo de contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva na qual todos tenham acesso igualitário aos produtos, bens e serviços disponíveis.



Apoiado pela Vicunha Têxtil, Pense Moda, Rede Globo, Museu da Língua Portuguesa e Rede Lucy Montoro, o Concurso Moda Inclusiva convida os estudantes a apresentarem propostas de vestuário que atendam às necessidades das pessoas com deficiência, além de promover a discussão nesse setor sobre a necessidade de se pensar e fazer moda respeitando a diversidade. As premiações incluem estágio remunerado na empresa Vicunha Têxtil.
O Brasil tem, hoje, cerca de 30 milhões de pessoas com deficiência. Somente no Estado de São Paulo, esse contingente ultrapassa 5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Há um mercado potencial enorme de produtos e serviços que atendam as demandas especificas desse segmento.

O Concurso
Para concorrer, os participantes deverão enviar um "look" (croqui e ficha técnica) para a sede da Secretaria (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564, portão 10, Barra Funda - São Paulo - SP - CEP: 01156.001). Também é necessário baixar a ficha de inscrição no site http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/usr/share/documents/Inscricao_2_Moda_Inclusiva.doc e enviá-la para dauler@sp.gov.br.
Os 20 melhores trabalhos inscritos serão apoiados com tecido para a confecção das roupas, que participarão do desfile final em 07 de junho, no Museu da Língua Portuguesa. Nesse dia, o júri, composto por nove profissionais e especialistas do mercado, escolherá os três melhores looks, que serão os vencedores do Concurso Moda Inclusiva.
AGENDA

Concurso Moda Inclusiva
Inscrições para o concurso: até 30/04/2010

Entrega dos trabalhos: até 05/05/2010

Divulgação dos 20 finalistas selecionados: 07/05/2010

Realização do desfile: 07/06/2010

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=564

quarta-feira, 3 de março de 2010

Educação musical favorece aprendizado de idiomas






A descoberta de cientistas americanos poderá ser útil para melhorar o desempenho de crianças com dislexia e autismo

Comentário SACI: Notícia do dia 22/02/2010.



Da Redação

Se você aprendeu a tocar algum instrumento musical no passado, mas viu que não ia dar em nada e acabou desistindo, saiba que a experiência pode não ter sido uma total perda de tempo. Cientistas americanos concluíram que a música aumenta a capacidade cérebro em identificar sons e favorece o aprendizado de idiomas. A descoberta poderá ser útil para melhorar o desempenho de crianças com dislexia e autismo.
De acordo com a pesquisa da Northwestern University, em Chicago, tocar instrumentos influencia o processamento automático de informações no tronco cerebral, parte do cérebro que controla a respiração, os batimentos cardíacos e a reação aos sons. "Tocar música exige a habilidade de extrair padrões relevantes, tais como o som de um instrumento, harmonia e ritmos, de um ambiente sonoro", disse Nina Kraus, líder do estudo.

Para a neurocientista, "tocar um instrumento pode ajudar os jovens a processarem melhor a fala em salas de aula barulhentas e interpretarem de forma mais acurada as nuances da linguagem que são transmitidas por mudanças sutis na voz humana". Os benefícios, segundo Nina, não se restringem ao processamento de estímulos musicais. "Descobrimos que anos de treinamento musical também podem melhorar a forma como os sons são processados para a linguagem e emoção".

Fonte: http://www.saci.org.br/index.php?modulo=akemi¶metro=28087

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Em 2 anos, São Paulo terá 9 Hospitais de Reabilitação da Rede Lucy Montoro funcionando


O primeiro já atende em Santo Amaro, na Capital, e o segundo está sendo construída em Marília

Consultas, reabilitação, Terapia Ocupacional e tratamentos de última geração. Essas são algumas das opções de atendimento do Hospital de Reabilitação da Rede Lucy Montoro, na Capital. O hospital cuida de pacientes do SUS com lesões medulares, amputações, lesões encefálicas como traumatismo craniano e acidente cardiovascular, paralisia cerebral e severas restrições de mobilidade. A meta do Governo é que, em dois anos, o número de unidades da rede chegue a nove em todo o Estado.

O primeiro Hospital funciona em Santo Amaro, na Capital. No interior, além de Marília - onde as obras da segunda unidade já começaram e ela deve ficar pronta em setembro - estão implantando Hospitais de Reabilitação de Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, além de Santos, no Litoral, e de outras duas unidades com construções previstas para o Vale do Paraíba.

Unidade de Marília

O Hospital de Reabilitação de Marília terá 2,8 mil metros quadrados de área construída em dois pavimentos. A unidade terá setor de diagnóstico, salas de atendimento individual, ginásio de mecanoterapia, espaços para condicionamento físico, terapia ocupacional, fisioterapia infantil e adulto, frente de preparo, enfermaria, consultórios e terapia em grupo.


Fisioterapeutas, psicólogos, médicos fisiatras, assistentes sociais, nutricionistas e terapeutas ocupacionais deverão compor a equipe. A Famema deverá firmar convênio de cooperação técnica com a Universidade Estadual Paulista (Unesp). O prédio é desenvolvido com 100% de condições para acessibilidade e segue padrão recomendado pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Serão R$ 9,8 milhões investidos. Leia mais aqui.

Primeiro Hospital da Rede


O primeiro hospital da Rede de Reabilitação Lucy Montoro foi inaugurado em setembro de 2009. Com investimentos de R$ 50 milhões para a compra de um centro de saúde de tecnologia de ponta no bairro de Santo Amaro, na capital paulista, a unidade oferece serviços inéditos na rede do SUS nacional. Com 13,5 mil metros quadrados e dez andares, o hospital é um centro de reabilitação integral de referência, com procedimentos de alta complexidade e tecnologias de ponta - ainda inéditos no País.

A unidade tem 80 apartamentos individuais, 20 consultórios e ala de diagnósticos de mil metros quadrados. Essa estrutura permite realizar 12 mil atendimentos por mês em consultas, reabilitação, Terapia Ocupacional e tratamentos de última geração. A manutenção da unidade exige um investimento de R$ 5 milhões mensais. Seu funcionamento é complementar e seu padrão de atendimento de alta qualidade será parâmetro para as outras unidades da Rede Lucy Montoro. Leia mais aqui.
Unidade Móvel

A Unidade Móvel de Reabilitação do Instituto Rede Lucy Montoro, inédita no país, percorre municípios do interior para fazer avaliações médicas e fornecer órteses, próteses e cadeiras de rodas. Ela foi inaugurada no início do ano passado e sua primeira parada foi a cidade de Taubaté.

A Unidade Móvel é um caminhão de 15m de comprimento x 2,60m de largura, pesa 20 toneladas, levou três meses para ser montada e adaptada, num trabalho que contou com dez profissionais. Além de elevador hidráulico para atender a pessoa em cadeira de rodas e o paciente com maca, a Unidade dispõe de banheiro totalmente adaptado às necessidades da pessoa com deficiência. Ainda possui um consultório médico, sala de espera e oficina ortopédica composta por salas de prova, de máquinas e de gesso. Sete profissionais da área da saúde farão o atendimento (dois médicos fisiatras, dois técnicos de órtese e prótese, um fisioterapeuta, um terapeuta ocupacional e um enfermeiro). Leia mais aqui.
Do Portal do Governo do Estado com informações da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Faculdade de Medicina de Marília

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=207882

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Astro da natação paraolímpica volta a treinar após um ano fora das competições

Clodoaldo Silva já soma 13 medalhas em três Olimpíadas
Após mais de um ano sem competir por causa de problemas particulares, o nadador Clodoaldo Silva voltou a treinar durante o Carnaval.


A fase ruim começou em setembro de 2008, quando o Comitê Paraolímpico Internacional mudou Clodoaldo de classe pouco antes da Olimpíada de Pequim. Dessa forma, o nadador foi obrigado a sair da S4 e teve de competir na S5, de ritmo muito mais forte e com atletas com menor comprometimento físico.

Os resultados não foram tão bons quanto os da Paraolimpíada de Atenas, em 2004. Clodoaldo conquistou apenas duas medalhas, uma de prata e uma de bronze, em provas de revezamento. Na Grécia, levou seis de ouro e uma de prata. Porém, o nadador espera voltar a ser o "Tubarão das Piscinas".
- Estou treinando forte. Quero ter bons resultados em 2010. Para isso, preciso me esforçar ao máximo. O Carnaval foi de muito trabalho. Sacrifiquei a folia, mas isso tudo valerá a pena no futuro.

Nos próximos dias, Clodoaldo continuará as atividades físicas na Andef (ONG que tem como objetivo apoiar o esporte para pessoas com deficiência física, visual ou intelectual). A competição que pode marcar a volta do Tubarão das Piscinas deve ser a etapa norte-nordeste do Circuito Brasil Paraolímpico de Atletismo, Halterofilismo e Natação, em Belém, no Pará, entre os dias 12 e 14 de março.
Clodoaldo nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte, e está com 31 anos. O atleta conquistou 13 medalhas em três edições dos Jogos Olímpicos. Sua primeira Paraolimpíada foi a de Sydney, Austrália, em 2000. Na oportunidade, ganhou quatro medalhas, três de prata e uma de bronze.


Para entender a classificação na natação paraolímpica:

O atleta é submetido à equipe de classificação, que fará testes de força muscular, mobilidade nas articulações e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físicas.

S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual ou cegueira total (a classificação neste caso é a mesma do judô e futebol de cinco).

S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência intelectual

Fonte: http://esportes.r7.com/esportes-olimpicos/noticias/astro-da-natacao-paraolimpica-volta-a-treinar-apos-um-ano-fora-das-competicoes-20100218.html

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A sutileza da violência



por Leandra Migotto Certeza*




Gritar. Apontar o dedo na cara. Olhar com ódio, raiva e gana. Humilhar. Impor a sua vontade sem razão alguma. Berrar. Ameaçar meter a mão na cara de quem se agride. Meter medo. Deixar o agredido sem ação. Mostrar quem ‘manda’ no pedaço. São formas terríveis de agressão emocional e psicológica, que na maioria das vezes, infelizmente, acaba em violência física e sexual.
Muitas pessoas com qualquer deficiência, assim como as sem alguma deficiência, ainda são vítimas de pais déspotas, impiedosos, prepotentes, ditadores, cruéis, estúpidos, e muito violentos. Por mais que quem sofre agressões tenha consciência que o agredido é o próprio agressor, a sua dor, na maioria das vezes, é muito mais forte do que a do agressor.
Ser um coitado, se sentir humilhado, inferior, pequeno, incapaz, e viver preso ao mundo infantil (entre heróis e bandidos), não é desculpa para continuar sendo violento com seus filhos com deficiência.
Pais de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos com deficiência não têm o direito de usarem de sua força bruta para impor uma autoridade falsa, pretensiosa, gratuita e covarde! Violência gera violência. Mas violência só termina com o entendimento de quem é mais vítima nesta história, se é que se pode falar em mais, no meio de tanta dor, por ambas as partes…

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Programa Censo-Inclusão: Por aqui, festejamos a novidade.(APAE-SP)

Em São Paulo, são estimadas 1,5 milhão de pessoas que possuem algum tipo de deficiência.



Foi sancionada no dia 06 de Janeiro, pelo Prefeito Gilberto Kassab, a lei da vereadora Mara Gabrilli, que cria o Programa Censo-Inclusão. O texto publicado no Diário Oficial prevê que a Prefeitura faça periodicamente um levantamento sócio-econômico da população com deficiência na cidade de São Paulo - hoje estimada em 1,5 milhão de pessoas.

O objetivo é levantar informações detalhadas do segmento para que possam ser elaboradas políticas públicas específicas voltadas à inclusão destas pessoas.
“Quem é a pessoa com deficiência em São Paulo hoje? O dado estatístico ao qual temos acesso é o Censo IBGE, realizado por amostragem de dez em dez anos, de modo que não há um número confiável e atualizado sobre o qual trabalhar possamos com eficiência“, diz a autora do texto Mara Gabrilli.


Fonte: http://www.apaesp.org.br/blog/?cat=7

domingo, 6 de dezembro de 2009

Cantor Stevie Wonder é nomeado Mensageiro da Paz da ONU


NOVA YORK, EUA — O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, nomeou o cantor americano Stevie Wonder, cego e militante da causa dos deficientes físicos, Mensageiro da Paz da ONU.

Ban participou de uma entrevista coletiva ao lado do artista, a quem saudou como "gênio da música" e "homem dedicado às causas humanitárias, que fez campanha contra o apartheid (na África do Sul), pelas crianças pobres e pelos deficientes".
Indicando que cerca de 10% da população mundial sofre com algum tipo de deficiência física, mental ou sensorial, Ban ressaltou a necessidade de dar continuidade a uma ação internacional para dar a estas pessoas "oportunidades iguais" de realização pessoal e profissional.
"A Convenção da ONU sobre os direitos dos deficientes", que entrou em vigor em 2008, "é um dos instrumentos mais importantes para alcançar este objetivo", acrescentou.
"Está além da minha capacidade compreender que 10% das pessoas deste mundo não importem para os outros 90%", declarou Stevie Wonder. "Não consigo acreditar nisto"
Ele prometeu trabalhar para "tornar o mundo mais acessível". "Eu cantarei músicas. Falarei sobre isso e cantarei sobre isso", declarou.

Fonte: http://www.google.com/
Google Notícias

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O Holocausto e as Pessoas com Deficiências


A BBC de Londres veícula uma home page com vários artigos sobre pessoas com deficiências. Para acessar a home page o endereço é http://www.bbc.co.uk/. Hoje traduzirei um artigo que fala sobre o Holocausto e as pessoas com deficiências.

Apesar do holocausto usualmente ser considerado em um contexto em que matou cerca de seis milhões de Judeus, uma estimativa de 200.000 pessoas com deficiências também foram mortas pelos nazistas.

O Holocausto e as pessoas com deficiências

O dia que relembra o Holocausto e suas vítimas aconteceu dia 27 de Janeiro, uma terça-feira, em 2009. Nesse dia foram relembrados todos aqueles que sofreram em resultado do Holocausto e perseguição nazista incluindo as vítmas com deficiências. Este dia têm por objetivo, demonstrar que  o Holocausto continua  sendo relevante para todos os setores da sociedade britânica. O dia visa dar uma visão geral,  desse episódio histórico e suas repercussões para a sociedade através de eventos nacionais e locais   . Essas páginas dão uma visão geral  dos crimes contra as pessoas com deficiências pelos Nazistas e mais informações  para futuras pesquisas sobre o assunto.

Fonte: www.bbc.co.uk/ouch/fact/the_holocaust_and_disabled_people

quinta-feira, 19 de novembro de 2009



Mitos e Verdades



MITO: Todas as pessoas com

deficiência intelectual são sociáveis

e sorridentes.

VERDADE: As pessoas com

deficiência intelectual, assim como

as demais pessoas, têm sua personalidade

própria, que independe de

sua deficiência.

MITO: Toda pessoa com deficiência

visual tem habilidades para

música.

VERDADE: As habilidades para

a música e outros tipos de arte

dependem exclusivamente do interesse,

empenho e oportunidade

pessoal e não estão necessariamente

ligadas ao tipo de deficiência.



MITO: Toda pessoa com paralisia

cerebral possui um atraso no

desenvolvimento cognitivo.

VERDADE: As pessoas com

paralisia cerebral muitas vezes

possuem dificuldades de comunicação

que são interpretadas erroneamente

como atraso cognitivo.

MITO:Todo surdo é mudo!

VERDADE: A língua de sinais

tambémé uma língua. Sendo assim,

de maneira geral, o surdo não fala

oralmente, mas “fala” em sinais.

Entretanto, o fonoaudiólogo pode

ajudá-lo a desenvolver também a

fala oral.

domingo, 8 de novembro de 2009


Aproveitando a campanha para ajudar Taynara ir à China e realizar  o tratamento que necessita, descobri um artigo que relata a trajetória de algumas mães e seus filhos especiais:

Mãe, filha, neta: o ciclo completo,



Laurinda Ferreira de Andrade, de 52 anos, surpreendeu-se quando nasceu Maria Gabriela Andrade Demate, hoje com 28 anos, que tem Síndrome de Down. “Não existia ultra-som. Foi um susto grande, porque os pais sempre esperam uma criança linda e maravilhosa para sair exibindo”, admite. Mas a angústia veio mesmo porque a mãe passou um bom tempo preparando-se para perder a filha, pois a bebê fora diagnosticada com um problema cardíaco fatal.