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sábado, 21 de janeiro de 2012

Primeiro transplante de três membros é realizado na Turquia Homem de 34 anos recebeu dois braços e uma perna. Mesmo doador forneceu primeiro transplante de face do país.

Um hospital turco realizou neste sábado (21) o primeiro transplante de três membros já feito no mundo. Atilla Kavdir, de 34 anos, recebeu dois braços e uma perna, que ele tinha perdido aos 11 anos, devido a um acidente com fios de eletricidade.
“Hoje, colocamos nossa assinatura em um sucesso mundial”, afirmou Israfil Kurtcephe, diretor do Hospital Universitário Akdeniz, em Antália. “Pela primeira vez, um hospital transplantou dois braços e uma perna em um paciente”.
O mesmo doador, no mesmo hospital, forneceu também o primeiro transplante de face da história da Turquia. Quem recebeu foi um jovem de 19 anos, que teve o rosto desfigurado por um incêndio quando ainda era um bebê.
Omer Ozkan, que coordenou a equipe, disse que os dois transplantados estão bem, sob os cuidados da terapia intensiva. “Temos um período crítico de 10, 15 dias pela frente nas duas operações, mas, se passarmos por esse período, faremos história”, disse o médico.
O primeiro duplo transplante de braços foi feito em 2008, na Alemanha. Em julho de 2011, na Espanha, um duplo transplante de pernas foi realizado pela primeira vez.
O transplante de face foi feito pela primeira vez em 2005, na França. Hoje, mais de uma dúzia de operações do tipo já foram realizadas.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Fantástico!

domingo, 16 de outubro de 2011

Homem recebe transplante de duas mãos nos EUA Richard Mangino perdeu mãos e pés por causa de uma infecção. Ele agradeceu a família do doador e disse que quer brincar com netos


Um homem que recebeu um raro transplante duplo de mãos em um hospital de Boston, nos Estados Unidos, destacou nesta sexta-feira (14) sua alegria diante da perspectiva de poder tocar seu neto pela primeira vez.
Richard Mangino, 65 anos, perdeu suas quatro extremidades devido a uma infecção em 2002. Depois de uma cirurgia de 12 horas com uma equipe de 40 pessoas no hospital Brigham and Women's, famoso por ser pioneiro nos transplantes de rosto, o paciente teve implantadas duas mãos doadas.
Richard Mangino após a cirurgia (Foto: AP Photo/Steven Senne)Richard Mangino após a cirurgia (Foto: AP Photo/Steven Senne)
Em suas primeiras declarações, Mangino agradeceu a família do doador.
"Minha família e eu choramos a perda de seu familiar. Me sinto honrado e constrangido pela emoção. Obrigada por este presente tão incrível", disse em comunicado.
No entanto, Mangino afirmou que sua maior emoção era a felicidade ante a perspectiva de retomar uma vida mais normal e, sobretudo, pela possibilidade de brincar com seus netos.
"O único milagre pelo qual rezei, desde que meu neto mais velho nasceu, Trevor, foi poder ter o sentido do tato novamente. Tocar o rosto dele e de Nicky, fazer carinho no cabelo deles e ensiná-los a lançar a bola. Para mim, isso seria um milagre", afirmou em comunicado.
"E hoje esse milagre se tornou realidade. Estou eternamente agradecido", completou.
Até agora este homem, pai de três filhos, utilizava prótese e havia conseguido dirigir um carro, tocar guitarra e usar um computador.
No entanto, tudo isso não era fácil. O paciente disse ao The Boston Channel que a perda de um membro pede que uma pessoa tenha de um quarto a um terço mais energia.
"Portanto, se alguém perde quatro extremidades, é previsível que um dia normal seja como quatro dias para mim", explicou.
O transplante envolveu uma delicada conexão de pele, tendões, músculos, ligamentos, ossos e tecido vascular.
Até agora, foram realizados apenas 21 transplantes duplos em todo o mundo, desde que especialistas franceses realizaram a primeira intervenção do tipo na cidade de Lyon em 2000, segundo o registro internacional de transplante de mãos.
"Os resultados até agora foram de um sucesso assombroso", disse Simon Talbot, chefe da equipe de cirurgia que operou Mangino, à emissora de televisão MSNBC.
No entanto, Mangino necessitará de meses de terapia e levará quase meio ano para recuperar o sentido do tato, afirmou.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tartaruga recebe prótese após ter pata com infecção amputada



Imagem divulgada pela Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, mostra uma tartaruga de 12 anos exibindo uma prótese implantada no lugar de uma de suas patas. Gamera, nome dado ao animal, sofreu intervenção cirúrgica para implantar a peça depois que a pata esquerda dianteira foi amputada devido a uma infecção. A tartaruga está na cidade de Pullman, em Washington. (Foto: Henry Moore/AP)

Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/07/tartaruga-recebe-protese-apos-ter-pata-com-infeccao-amputada.html

terça-feira, 29 de março de 2011

Mulher recebe transplante de mão completo nos Estados Unidos

Cirurgia durou 19 horas e foi realizada em hospital universitário de Atlanta.

Linda Lu, de 21 anos, vai passar mais 3 meses na cidade para recuperação.

Do G1, em São Paulo


Uma mulher de 21 anos recebeu um transplante completo de mão em Atlanta, nos Estados Unidos, segundo anunciou a Escola de Medicina da Universidade Emory na segunda-feira (28). A estudante Linda Lu passou por uma cirurgia de 19 horas no dia 12 de março para poder contar com a “nova” mão. O material veio de um doador não identificado.

Duas equipes – uma dedicada à paciente e outra, à mão do doador – participaram da operação que terminou já no dia 13. Liderados pela médica Linda Cendales, cirurgiões, anestesiologistas, enfermeiras e auxiliares integraram o grupo, que conectou ossos, tendões, nervos, vasos sanguíneos e a pele do membro em Linda Lu.
A paciente ainda vai passar mais três meses em Atlanta para se recuperar do procedimento. Para Cendales, a cirurgia é uma esperança a pessoas que perdem mãos e braços, lembrando do caso de militares a serviço dos Estados Unidos no Afeganistão e no Iraque.

Histórico da cirurgia

Segundo a universidade, o primeiro transplante de mão foi realizado em 1964 no Equador, antes do desenvolvimento de imunossupressores – remédios que combatem o ataque por parte do corpo do paciente ao órgão recebido. O receptor, um marinheiro, precisou amputar o novo membro duas semanas após a operação por causa da rejeição aos tecidos transplantados.

A segunda tentativa aconteceu anos mais tarde, em 1998, na França. O paciente conseguiu manter o órgão durante dois anos, mas desistiu ao parar de tomar os imunossupressores e pediu para ter a nova mão removida.
Nos Estados Unidos, o primeiro transplante foi feito em 1999, com Linda Cendales presente na equipe médica. O receptor vive com o membro até hoje e é o caso mais duradouro deste tipo de transplante. A médica também participou do segundo transplante de mão no país, realizado em 2001

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/03/mulher-recebe-transplante-de-mao-completo-nos-estados-unidos.html

domingo, 5 de setembro de 2010

Paciente recebe transplante duplo de mãos nos Estados Unidos

O quiroprático Richard Edwards mexe os dedos durante coletiva de imprensa no Hospital Judeu em Louisville, nos Estados Unidos. Com 55 anos de idade, ele sofreu queimaduras graves em ambas as mãos em 2006 e passou por uma cirurgia para transplantar os órgãos. O norte-americano é o terceiro a receber novos membros, simultaneamente, no país. (Foto: ASSOCIATED PRESS)

Richard Edwards coça o rosto com a nova mão transplantada. O morador da cidade de Edmond, no estado de Oklahoma, afirma que pode mexer os dedos de ambas os lados normalmente. (Foto: ASSOCIATED PRESS)

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/09/paciente-recebe-transplante-duplo-de-maos-nos-estados-unidos.html

sábado, 26 de junho de 2010

Gato Amputado Ganha Patas Traseiras Biônicas



 Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/06/gato-amputado-ganha-patas-traseiras-bionicas.html

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Elefanta amputada em mina se recupera com perna mecânica

A elefanta Mosha é alimentada em um hospital de elefantes em Lampang, na Tailândia. A instituição é mantida apenas por doações e foi criada em 1993 pela organização FAE (Friends of the Asian Elephant ou 'Amigos do Elefante Asiático'). Desde então, o hospital já tratou de 2.226 casos, de infecções nos olhos até amputações. (Foto: Bronek Kaminski/Barcroft Media/Getty Images)






Uma das grandes realizações do hospital foi implantar a perna mecânica em Mosha, uma bebê elefanta de três anos que perdeu a pata depois de pisar em uma mina terrestre quando tinha apenas sete meses. A prótese permite ao animal levar uma vida normal, e só é retirada quando ela descansa. Quando vê o cuidador se aproximar com a perna mecânica, Mosha já levanta, ansiosa para colocá-la novamente. (Foto: Bronek Kaminski/Barcroft Media/Getty Images)

Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/05/elefanta-amputada-em-mina-se-recupera-com-perna-mecanica.html

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Depoimento: O Foco é a Superação



Quando eu era jovem adorava jogar futebol, era alto e magro o que facilitava a minha função na lateral direita. A minha profissão de vendedor, também proporcionava longas caminhadas, era uma delícia! Durante esse período, além de queimar as coisas ruins de meu corpo arejava a minha mente. Em Setembro de 1991 estava radiante! Havia voltado a minha antiga empresa, e as perscpectivas eram excelentes, era o início de um novo trtabalho. Em apenas 15 dias havíamos ultrapassado as previsões mais otimistas. Eu me recordo muito bem, estava caminhando para a estação do metrô quando fui atropelado por um caminhão desgovernado. À noite estava em um hospital com a bacia quebrada e sem 1/3 de minha perna direita. O que fazer? Procurei então não pensar no que estava acontecendo, e passei a estabelecer metas: quanto tempo levaria para a cirurgia da bacia? Próximo passo: matrícula na AACD para iniciar a fisioterapia. Quanto tempo levaria para poder usar prótese? E como faria para comprá-las? Foram batalhas que ao lado de minha família tivemos que enfrentar, com a ajuda de minha querida Associação Comercial de São Paulo, de meus parentes e vizinhos. Resumindo em Janeiro de 1992 estava de pé novamente, pronto para reiniciar o trabalho.  Aprendi com tudo isso que não devemos valorizar os obstáculos. Somos criativos e a nossa estratégia é armazenar sempre energia positiva, nunca pensar no pior. Os pensamentos puros cheios de fé curam feridas. "Não invente problermas eles já existem estamos aqui para solucioná-los"

Depoimento de Cipriano
ciprialemao@gmail.com

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Africa's Walk of Hope ( " A Esperança de Andar da África")









Em 2002, a advogada, Olivia giles, de Endiburgh, Escócia, sofreu amputação de seus quatro membros, perdendo ambos os braços e as pernas, após contrair meningite. “Africa’s Walk of Hope” , documentário que foi ao ar em 04 de Janeiro último pelo canal BBC ONE da Escócia, mostrou a sua extraordinária vida transformada por ela de uma história de adversidades em uma  história de esperança.

Olivia, adotou uma entidade filantrópica para ajudar seus companheiros amputados dos países pobres da África, fornecendo próteses de membros e tratamento médico para que as pessoas possam andar novamente.

Após a criação de uma entidade de sucesso que se estabeleceu há 500 milhas de uma clínica em Malawi ajudando amputados a andar, o documentário tem por finalidade disseminar o seu trabalho filantrópico até Zâmbia. O desafio é imenso, pois mais de 10% da população possui uma deficiência e fazem parte de um dos mais pobres sistemas de saúde do mundo.

Olivia tem vivenciado o preconceito que circunda a deficiência no sudoeste da África, o que apenas aumentou a sua determinação em fazer com que o seu trabalho se torne bem sucedido.

Esse documentário foi exibido em 04 de Janeiro de 2010, BBC ONE Scotland

Fonte: http://www.bbc.co.uk/programmes/b00nkqjm

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Confeccionando Membros Artificiais para Amputados

Por 40 anos Allan Tanner tem sido um artesão oferecendo um serviço personalizado. Antes ele trabalhava com madeira e couro, mas agora ele está mais propenso a usar fibra de carbono, alumínio e até titânio.

Graças ao seu conhecimento, e aos avanços tecnológicos que as próteses de membros de Allan Tanner tem ajudado seus clientes a nadar, correr, escalar montanhas – ou apenas conseguir a tão almejada conquista de se locomover dentro de um ambiente sozinho. Ele é o primeiro a admitir que no início de sua carreira ninguém levou em consideração a idéia de que as pessoas que sofreram uma amputação poderiam ter membros confeccionados e que estes, poderiam servir para suas atividades esportivas preferidas. “Voltando ao passado, todos pensavam que as pessoas com amputações não seriam capazes de praticar esportes e que nós não deveríamos nos preocupar com isso.”
Porém, atualmente as expectativas aumentaram, as pessoas que utilizam próteses de membros, querem ir além de simplesmente andar e as próteses se tornaram muito mais avançadas tecnologicamente. Hoje recebemos muitos pedidos de próteses para correr, para praticar esportes aquáticos, para escaladas e assim por diante. Mas cada meta individual é um desafio. Por exemplo, caminhar por uma sala vazia carregando um copo de água, para uma pessoa idosa, pode lhe proporcionar um grande sentimento de realização. “ A primeira vez que me foi pedida um par de pernas para nadar foi por um menino de 15 anos de idade refugiado do Vietnã. Ele veio ao Reino Unido usando um par de próteses feitas totalmente de madeira, que havia sido confeccionada no Vietnã alguns anos antes. Aquelas próteses não eram apropriadas para ele e eu fui solicitado a confeccionar novas próteses . Ele me perguntou se eu poderia fazê-las impermeáveis, pois ele queria iniciar aulas de mergulho, o que ele posteriormente fez. Desenhei um par de aparelhos curtos para serem usados embaixo d’água e com barbatanas montadas nas extremidades. Costumava levá-lo para banhos de piscina, até ele reaprender a nadar, usando essas próteses especiais mais todos os equipamentos de mergulho e roupas de mergulho também. Ele parecia ótimo mergulhando profundamente na piscina!”
Agora tenho pessoas correndo com próteses de fibra de carbono. Conhecemos um médico que corre entre 11 a 15 kms por semana, ele tem uma amputação de perna que é considerada baixa, tem mais de 60 anos, ele é simplesmente fantástico! Nós temos pessoas participando de maratonas entre Nova York e Londres.
Alan, que atualmente trabalha par uma empresa que fabrica próteses em Blatchfords no Hospital de Charing Cross , Londres, diz que adora o seu trabalho e que não o trocaria por nenhum outro. “Cada dia é um dia diferente”. A maioria dos pacientes tratadas por Alan são pessoas que perderam suas pernas em acidentes automobilísticos, ou amputação por problemas com diabetes ou ainda doenças relacionadas ao fumo.
Nós traçamos um perfil e trabalhamos, ambas, as necessidades imediatas da pessoas e o que ela quer alcançar a longo prazo, disse ele. Então temos uma idéia do que iremos fazer pelo paciente em um período curto de tempo e a longo prazo também, daí trabalhamos no tipo de membro que iremos confeccionar especificamente. Primeiro, Alan, ou as pessoas que trabalham com ele fazem um molde em gesso da parte do membro que restou após a amputação (côto)ou fazem uma imagem em 3 D no computador, antes de fazer o encaixe que vai ficar na perna.
Se houver alguém no hospital, Charing Cross, onde ele trabalha, este terá prioridade e sua prótese será confeccionada em 4 dias úteis.



Casos complicados

Alan disse que em alguns caso, uma prótese  pode mudar a vida das pessoas.
“Eu recentemente recebi um e-mail de um hospital do sistema público de saúde me perguntando se eu havia visto um paciente, que tinha rejeitado uma prótese deles”.
“Essa senhora, infelizmente, escreveu para o seu posto de saúde relatando que ela estava em cadeira de rodas após sua segunda amputação acima do joelho e sofrendo com uma grande ferida por pressão. Mostraram a essa paciente um soldado que utilizava próteses nas duas pernas,feitas por mim. Aquela senhora estava tendo grandes dificuldades, não só por estar sentada e uma cadeira de rodas, mas também pelas feridas que não cicatrizavam. Ela , posteriormente teve sessões de fisioterapia, para melhorar a sua postura, e um par de SNAPS feito para ela, que é um pequena e não articulada saída, construída para encaixar na altura cadeira de rodas capacitando-a a sair e voltar para sua cadeira e ficando em pé em um período curto de tempo. Essas peças se mostraram muito úteis para a postura dela, para o ferimento que ela possuía e para a sua condição psicológica e também aumentou a sua independência, pois era o marido dela quem a tirava e colocava na cadeira de rodas, nos últimos 2 anos.
" Eu me sinto muito gratificado, apenas ajudando essas pessoas a restaurar parte de sua imagem corporal e da função de seus membros que eles haviam perdido após a amputação”

Fonte : http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8435764.stm

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Heather Mills tem-se revelado um sucesso na ITV's Dancing on Ice.



Ex-esposa de Paul MacCartney impressionou os juízes apesar de sua deficiência, (amputação de uma das pernas).

A ex-modelo que perdeu sua perna esquerda após ser atropelada pela moto de um policial em 1993 disse: “Estou fazendo isso por caridade e para inspirar outras pessoas que sofreram amputação. Depois que participei de um programa de dança nos EUA, recebi e-mails de jovens, que sofreram amputação, me perguntando como fazer as coisas”. Seu companheiro no programa Matt Evers disse: “ Ela reverteu a sua deficiência em uma habilidade”. “Participar com ela no show tem sido um grande desafio, conhecer outras opções tem me inspirado bastante.” Com a votação dos juízes a dupla teve o terceiro maior número de votos e com a votação do público permaneceram no programa.



Fonte: http://www.theargus.co.uk/news/4843357.Heather_Mills_survives_Dancing_on_Ice/

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Heather Mills: Terei que patinar sobre apenas uma perna


Heather Mills declarou que poderá precisar patinar em apenas uma perna no reality show Dançando sobre o Gelo, programa exibido pelo canal ITV1, emissora da Inglaterra.


A ex-modelo que virou ativista social, tem como parceiro Matt Evers no programa citado acima, disse que poderá ter problemas se tentar patinar com sua prótese.

Mills,41 anos, que está separada do ex-Beatle Paul McCartney, perdeu a perna esquerda do joelho para baixo em decorrência de um acidente de trânsito em 1993. Participou do programa “Dançando com as Estrelas” em 2007 pela rede Americana ABC, disse que entrou para o concurso para mostrar que é possível superar qualquer deficiência, mas também para superar a publicidade negativa a seu respeito que estava prejudicando seus esforços para levantar fundos para suas obras beneficentes para vítimas de minas terrestres e em defesa dos direitos dos animais.

“A principal coisa que está nos preocupando, Matt e eu, é que com o trabalho pesado e as longas horas de ensaio terei que colocar muita pressão sobre a prótese para realizar a performance sobre o patim, e talvez eu não consiga permanecer com ela, pois isto poderá causar um desconforto. Então nós teremos que ser criativos, porque se por alguma razão eu não puder continuar com a prótese no dia do show, nós precisaremos ter algo ensaiado onde eu possa fazer tudo apenas sobre uma perna o que poderá ser muito interessante.”

Contudo ela disse que espera que sua performance no show venha a servir de inspiração para outras pessoas que sofreram amputações.

“ Desejo que a minha aparição nesse show possa trazer compreensão e questionamentos sobre os preconceitos que as pessoas tem a respeito das deficiências.”



Fonte: http://www.digitalspy.co.uk/dancingonice/news/a193770/heather-mills-i-may-skate-on-one-leg.html